quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Projeto Criança Rupestre

Olá amigos! Estou em dívida quanto a postagem de experiências, é que tenho tido alguma preocupação com relação ao uso de imagens das crianças veiculadas pela zona virtual. Mas, vou deixar agora o registro de uma experiência que vivenciei com minha turma do INFANTIL IV ( faixa-etária 4 anos) .

PROJETO CRIANÇA RUPESTRE
Como surgiu...
A ideia de realizar este projeto surgiu numa roda de conversa com as crianças, no inicio do 2º bimestre, quando o assunto era: Como surgiu a escrita? Porque o homem inventou a escrita? Quando isso aconteceu?

A conversa foi longa e produtiva, no dia seguinte levei para eles, algumas imagens sobre os homens nos tempos das cavernas e o interesse foi intenso, imediatamente  fizeram  relações com o filme "Era do Gelo", então combinamos de assistirmos o vídeo, que complementou como tema disparador.

Justificando...
Arte Rupestre é a primeira forma de expressão e comunicação do ser humano. Mas também pode ser a primeira forma de expressão das crianças até que aprendam a ler e escrever. Se  pudessem, nossas crianças deixariam suas leituras do mundo pelas paredes de suas casas, escolas, ou seja, em suas cavernas! Nós, educadores,  desconsideramos essa fase “rupestre” da criança. Nesse período elas são simbólicas; temos que aproveitar esse simbolismo para aprimorar o seu desenvolvimento trabalhando o desenho num conceito claramente definido e não para passar o tempo. Na Arte Rupestre, vemos a expressão do homem registrada nas paredes das cavernas. Por meio desses registros é que se pode conhecer mais do homem primitivo. Não são apenas rabiscos, linhas contornadas e coloridas; é pura expressão de arte! Tal necessidade estimula o homem a buscar diversos meios de representação de seu desenvolvimento cultural, intelectual e social. No entanto, a arte é um desses meios que antecedem até mesmo a necessidade da elaboração da escrita. (Professora de Arte , Elisa de Mello Kerr Azevedo)

Tinha observado que as crianças eram muito criativas e que poderiam evoluir suas habilidades de expressão através do desenho se os estimulassem com diferentes recursos visuais e midiáticos. Se desenho é a primeira forma de escrita, poderíamos começar aprender a escrever desenhando...

Antiga ou moderna? Quando surgiu a Arte Rupestre?
O Homem, antes de escrever, pintou. A invenção do alfabeto é uma criação muito mais recente. Pintar é muito anterior. A Arte Rupestre surge quase simultaneamente no Paleolítico Superior em diferentes lugares do Planeta Terra, sendo considerada a primeira expressão globalizada da capacidade de simbolizar do homem.
Considerando-se que o homem surgiu há mais de dois milhões de anos e que começou a pintar há 30.000 anos, a arte rupestre é muito mais moderna que se imagina. Preservadas no tempo pelo clima e protegidas pelas sombras dos raios ultravioletas do Sol, as grutas pré-históricas são os primeiros museus da humanidade.

Objetivos:
-Despertar o interesse através de uma postura investigativa, pela história dos homens e animais primitivos, seu modo de sobrevivência social e cultural, relacionando com nosso modo contemporâneo.
-Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente da época e as formas de vida que ali se integravam, valorizando sua importância da preservação das espécies e da qualidade da vida humana. (Link com o projeto institucional "A carta da Terra").
-Explorar diferentes modos de expressão através das artes plásticas: Desenho, pintura, modelagem.

Orientações Didáticas:
 -Releitura de imagens rupestre;
- Desenvolvimento de técnicas de pinturas como: tinta natural, pintura em pedras, parede (com pinceis e agua), giz, desenho com carvão, com areia, Pintura em negativo das mãos e pés, modelagem com argila, grafia, estampa em  camisetas com a técnica de carimbo, recorte e colagem;
-Pesquisa, estudo e vivências sobre as Artes Rupestres e os animais históricos da Era do Gelo, fazendo relações com suas espécies atuais e os motivos da extinção;
-Reflexões sobre a diversidade de hábitos, modos de vida e costumes dos animais e povos desta diferente época;
-Passeio de campo pelo entorno da escola - Como são nossas paredes hoje? O que contem nelas?
-Filmes;
-Confecção da “Carta da Caverna” com os princípios dos homens primitivos:
-Rodas de conversa;
-Leituras de diferentes gêneros;
-Exploração no espaço;
-Confecção de uma caverna (cabana de papel) com a exposição das “produções Rupestres” realizada pelas crianças.
-Avaliação: Fez-se  por intermédio de acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças:  o interesse, criatividade, estética, organização espacial, capacidade em fazer relações, exploração de diferentes instrumentos e materiais, curiosidade, expressão gráfica, habilidade no manuseio de instrumentos, materiais e suportes.
Todas estas capacidade foram observadas e avaliadas por intermédio de registros diários, pelas produções das crianças e  também por intermédio de pautas de observação.

Culminância:













 Visita à exposição: Gigantes da Era do Gelo em São Paulo.


VOCE SABIA? De que era feita a tinta das pinturas rupestres?
Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, é o nome que se dá às mais antigas representações simbólicas do homem, gravadas em abrigos protegidos ou cavernas, em paredes, tetos rochosos e superfícies de pequenas pedras. No continente americano, a arte rupestre torna-se o diário nas pedras de caçadores coletores.
Acredita-se que os materiais mais usados como aglutinante para as pinturas rupestres foram o sangue, argila, excrementos humanos, látex de plantas, gordura e clara de ovos de animais. A cor era obtida misturando-se o pó de rochas, com destaque para o óxido de ferro, que tem a coloração vermelho alaranjada.


Idade da Pedra Lascada

Nesta época, o ser humano habitava cavernas, muitas vezes tendo que disputar este tipo de habitação com animais selvagens. Quando acabavam os alimentos da região em que habitavam, as famílias tinham que migrar para outra região. Desta forma, o ser humano tinha uma vida nômade (sem habitação fixa). Vivia da caça de animais de pequeno, médio e grande porte, da pesca e da coleta de frutos e raízes. Usavam instrumentos e ferramentas feitos a partir de pedaços de ossos e pedras. Os bens de produção eram de uso e propriedade coletiva. Nesta fase, os seres humanos se comunicavam com uma linguagem pouco desenvolvida, baseada em pouca quantidade de sons, sem a elaboração de palavras. Uma das formas de comunicação eram as pinturas rupestres. Através deste tipo de arte, o homem trocava ideias e demonstrava sentimentos e preocupações cotidianas.
Olá amigos! Estou em dívida quanto a postagem de experiências, é que tenho tido alguma preocupação com relação ao uso de imagens das crianças veiculadas pela zona virtual. Mas, vou deixar agora o registro de uma experiência que vivenciei com minha turma do INFANTIL IV ( faixa-etária 4 anos) o ano passado (2011).


Confira o vídeo:


video




sexta-feira, 20 de julho de 2012

Tempos de mudança...

Olá aos queridos amigos que acompanham este blog!
Quero desculpar-me pela ausência. Tenho passado por algumas mudanças...
Recebi um convite para assumir a gestão da minha escola E.M "Profª Ivonne dos Santos Dias", decidi aceitar este novo desafio e encarar novas experiências.
De modo algum deixarei de postar minhas marcas, talvez agora, com o olhar de gestora, possa haver uma leve mudança de foco, afinal, parafraseando Leonardo Boff: 
            "Todo ponto de vista é a vista a partir de um ponto."
Mas independente da posição ocupada o foco sempre estará voltado para a Qualidade da educação!


                                          Um grande abraço!



Elaine Faria

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Porque razão é a música tão importante?

 

notas musicais1

Existe uma indesmentível e forte correlação entre a educação da música e o desenvolvimento das habilitações que as crianças necessitam para se tornarem bem sucedidas na vida. Autodisciplina, paciência, sensibilidade, coordenação, e a capacidade de memorização e de concentração são valorizadas com o estudo da música. Estas qualidades acompanharão os seus filhos ou filhas em qualquer caminho que escolham para a sua vida. A aprendizagem da música pode ter uma influência na formação das crianças que é apenas secundada pelo amor dos pais. Se procura de uma forma de proporcionar aos seus filhos e filhas uma fonte de alegria, bem-estar e realização pessoal, a aprendizagem de música para bebés e crianças é um excelente primeiro passo.

Os estudantes de música aprendem a ser artesãos: aprendem como detalhes são cuidadosamente colocados em conjunto para criar belas, não meramente medíocres, sonoridades. Através do estudo da música os alunos aprendem o valor do esforço sustentado para atingir a excelência e os resultados concretos do trabalho árduo.

O estudo da música também valoriza o trabalho em equipa. Para que uma orquestra tenha sucesso, todos os seus elementos têm que trabalhar em conjunto harmoniosamente com um único objectivo, o desempenho, e têm que se comprometer a aprender a música, participar em ensaios, e praticar música em conjunto.

A música proporciona um importante modo de expressão pessoal. Todos sentimos a necessidade de estar em contacto com os nossos parceiros e amigos. A auto-estima é um subproduto desta expressividade.

A prática da música ensina aos alunos a ultrapassar o medo e a assumir riscos. Um pouco de ansiedade é algo positivo, e que ocorre frequentemente ao longo da vida. Aprender como lidar com a ansiedade mais cedo e com frequência faz com que seja um problema menor mais tarde. A assunção de riscos é essencial para que uma criança desenvolva todo o seu potencial.

O estudo da música encoraja a autodisciplina e a diligência, características que se repercutirão nas actividades intelectuais sob a forma de estudo efectivo e hábitos de trabalho. Uma associação entre a música e a matemática de há muito é notada. Praticar música promove a expressão pessoal e proporciona auto gratificação ao mesmo tempo que dá prazer aos outros.

A sua filha ou filho vai aprender a gostar de ouvir música, adquirir uma nova disciplina mental e uma competência física, adquirir comportamentos e autoconfiança. As lições de música também melhoram o desenvolvimento da capacidade da criança para pensar logicamente e analiticamente, aumentar a sua concentração, a cognição e desenvolvimento motor. Com uma orientação correcta, a música pode ajudar ao crescimento pessoal da criança, assim como à sua expressão individual e autoconfiança, não somente na sua mente, mas também na alma e espírito.

Fonte: Improviso, academia de música 

http://www.escola-musica.com/

terça-feira, 13 de março de 2012

Jean Piaget


O cientista suíço revolucionou o modo de encarar a educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos





Piaget acreditou e comprovou que o conhecimento vem das descobertas que acriança faz



Frases de Jean Piaget:

“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito”

“Se o indivíduo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente”


Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1896. Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino. Desde cedo interessado em filosofia, religião e ciência, formou-se em biologia na Universidade de Neuchâtel e, aos 23 anos, mudou-se para Zurique, onde começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental. Em 1924, publicou o primeiro de mais de 50 livros, A Linguagem e o Pensamento na Criança. Antes do fim da década de 1930, já havia ocupado cargos importantes nas principais universidades suíças, além da diretoria do Instituto Jean-Jacques Rousseau, ao lado de seu mestre, Édouard Claparède (1873-1940). Foi também nesse período que acompanhou a infância dos três filhos, uma das grandes fontes do trabalho de observação do que chamou de "ajustamento progressivo do saber". Até o fim da vida, recebeu títulos honorários de algumas das principais universidades européias e norte-americanas. Morreu em 1980 em Genebra, na Suíça.

Jean Piaget foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética – isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios,
desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida.
“A grande contribuição de Piaget foi estudar o raciocínio lógico-matemático, que é fundamental na escola mas não pode ser ensinado, dependendo de uma estrutura de conhecimento da criança”, diz Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos.

Isso porque, para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a idéia de que o aprendizado
é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. “O professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar”, diz Lino de Macedo.

Assimilação e acomodação

Com Piaget, ficou claro que as crianças não raciocinam como os adultos e apenas gradualmente se inserem nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos: assimilação e acomodação.

O primeiro consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais reexistentes. Por exemplo: a criança que tem a idéia mental de uma ave como animal voador, com penas e asas, ao observar um avestruz vai tentar assimilá-lo a um esquema que não corresponde totalmente ao conhecido. Já a acomodação se refere a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo. Assim, depois de aprender que um avestruz não voa, a criança vai adaptar seu conceito “geral” de ave para incluir as que não voam.

Ajudando o desenvolvimento do aluno

A obra de Piaget leva à conclusão de que o trabalho de educar crianças não se refere tanto à transmissão de conteúdos quanto a favorecer a atividade mental do aluno. Conhecer sua obra, portanto, pode ajudar o professor a tornar seu trabalho mais eficiente. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios do desenvolvimento cognitivo. Nas classes de Educação Infantil com crianças entre 2 e 3 anos, por exemplo, não é difícil perceber que elas estão em plena descoberta da representação. Começam a brincar de ser outra pessoa, com imitação das atividades vistas em casa e dos personagens das histórias. A escola fará bem em dar vazão a isso promovendo uma ampliação do repertório de referências. Mas é importante lembrar que os modelos teóricos são sempre parciais e que, no caso de Piaget em particular, não existem receitas para a sala de aula.

Para pensar

Os críticos de Piaget costumam dizer que ele deu importância excessiva aos processos individuais e internos de aquisição do aprendizado. Os que afirmam isso em geral contrapõem a obra piagetiana à do pensador bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934). Para ele, como para Piaget, o aprendizado se dá por interação entre estruturas internas e contextos externos. A diferença é que, segundo
Vygotsky, esse aprendizado depende fundamentalmente da influência
ativa do meio social, que Piaget tendia a considerar apenas uma
“interferência” na construção do conhecimento. “É preciso lembrar
que Piaget queria abordar o conhecimento do ponto de vista
de qualquer criança”, diz Lino de Macedo em defesa do cientista
suíço. Pela sua experiência em sala de aula, que peso o meio social
tem nos processos propriamente cognitivos das crianças? Como você pode influir nisso?




Fonte: Texto Márcio Ferrari
Nova-Escola




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Intercambio de Experiências em Buenos Aires


  
           Espaços que transformam e se transformam


              Organização Fabiane e Telma  / Agente de viagem – Márcia Rubio    
                                       
                                     01 a 04 de março de 2012
                              
  Fazer uma viagem de estudos significa buscar novos caminhos, estar frente a desafios, constatar, valorizar o que já sabemos, acrescentar, aprender...
 Participar de uma experiência como essa é acreditar que a educação é um processo contínuo, e que necessita de aperfeiçoamentos e reflexões frente às transformações sociais e culturais do mundo em que vivemos. Por esse motivo há 5 anos buscamos novas experiências e conhecimento para assim podermos nos inspirar em práticas educativas bem sucedidas e com isso aprimorar as nossas.
Mais de 150 educadoras já viajaram conosco!
Seja nossa parceira de viagem, participe!

Fabiane Vitiello e Telma Holanda

       
Visita ao Colégio Aletheia

          Programação:
       
        Dia 01 de março – quinta-feira

Guarulhos / Buenos Aires – 17h30
Acomodação em quartos duplos no Hotel Colon

Dia 02 de março – sexta-feira

Jornada da manhã – 9h às 12h30min

Conhecendo ...

  • A  história do Colégio Aletheia em 40 anos de jornada e sua organização

  • Red Solare e o diálogo com as escolas amigas da Red Solare, as relações internacionais e as ações para 2012

·         A proposta educativa de Reggio Emilia e suas contribuições.
·          A relação de Reggio, Aletheia e os espaços que os cercam...
·         Aletheia e seus espaços – O trabalho do colégio em relação aos espaços

Jornada da tarde – 14h30min às 17h30min
Espaços que contam e encantam...
·         Documentações  relacionadas ao espaço - Registros  apresentados por docentes, arquiteta e coordenadores de Aletheia.
Noite – Livre
Uma noite Portenha...
Dia 03 de Março - Sábado
Jornada da manhã – 10h às 14h30min
Intercâmbio com as educadoras argentinas...
·         Relatos da equipe docente e/ou arquiteta sobre a intervenção/ construção dos espaços no colégio.
Explorando espaços... Novas provocações e desafios...
·         Visita aos espaços de Aletheia – Salas e pátios ambientados com o intuito de provocar novas sensações e possibilidades de aprendizagem.
·         Visita ao espaço da Red Solare Argentina
·         Encerramento da jornada de estudos.
Tarde e noite –
 Mi Buenos Aires querido... muitas possibilidades...
Dia 04 de março – Domingo
Manhã e tarde – Livres
Um domingo com sabor argentino...
Noite – Ezeiza/ São Paulo

Pacote Inclui:

·         Passagem Aérea Ida e Volta - Cia Qatar Airways (São Paulo/Buenos Aires/São Paulo)

·         Saída – 29 de Fevereiro – 17h30

·         Retorno - 4 de março - 1h 55min (madrugada de domingo para segunda)

·         3 noites no Hotel Colon em apartamento duplo www.colon-hotel.com.ar

·         Café da manhã

·         Traslados Inclusos - Aeroporto/hotel  -  Hotel/ Colegio Aletheia

·          Seguro Viagem

·         Taxas de embarque nacional e internacional

·         City tour


Investimento:

Valor do Pacote: R$ 1.844,00

Condições de pagamento: taxa de inscrição -  R$ 400,00 – à vista

1ª parcela = R$ 284,40 + 9 parcelas de R$ 130,40 (cartão de crédito ou cheque)

Prazo para inscrição – 9 de Fevereiro de 2012 ou enquanto durarem as vagas. Vagas limitadas


Não está incluso:

  • Taxa de inscrição do Intercâmbio de Estudos – U$ 250,00 –  valor a ser pago em dólar  diretamente no Colégio Aletheia

Para maiores informações:

Informações pedagógicas - (11) 63660230 - Fabiane
                                             (11) 85508821 -  Telma                                               
                                             e-mail : viagenspedagogicas@globomail.com

-
MR  AGENTE DE VIAGENS – Márcia

Fone: (11) 3542-1516 - (11) 7718-6823 – e-mail: m.rubio.29@hotmail.com

Viagem de estudos condicionada a um número mínimo de 15 participantes


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O amigo imaginário vira um macio amigo real.

A artista Wendy Tsao, de Vancouver, no Canadá, cria bonecos a partir de desenhos feitos por crianças. A ideia surgiu há quatro anos, quando seu filho começou a ir à escola. Os professores pediram que ela enviasse um brinquedo preferido que pudesse tranquilizar o guri em momentos de emergência; mas ele não tinha.
Wendy resolveu, então, produzir algo que o filho pudesse reconhecer, projetado por ele próprio. A partir de desenhos do garoto, fez seu primeiro boneco.
Wendy resolveu, então, produzir algo que o filho pudesse reconhecer, projetado por ele próprio. A partir de desenhos do garoto, fez seu primeiro boneco.
A coisa toda virou um lucrativo negócio, no qual os pais enviam fotos de desenhos dos filhotes para que a artista transforme em um brinquedo exclusivo (veja mais exemplos abaixo). Cada peça custa entre cerca de R$ 100 e R$ 225, dependendo da quantidade de detalhes. Segundo o "The Sun", Wendy já tem encomendas até janeiro do ano que vem.



Educação Infantil: desafio é entender as necessidades do aluno


Muito antes de ensinar crianças a ler e escrever, escola e família devem estar preparados para lidar com uma série de outras necessidades que vão garantir que o aluno se desenvolva plenamente durante os anos seguintes. Voltada a crianças de zero a seis anos, a Educação Infantil é uma obrigação do Estado, mas inserir ou não a criança no ambiente escolar durante essa etapa é uma escolha da família. Especialistas afirmam que as diretrizes pedagógicas estão melhorando a qualidade do ensino, mas a área ainda apresenta carências.
Segundo a diretora da Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdiC) da Unicamp, Roberta Borges, a escola precisa prestar atenção às necessidades das crianças nesta etapa, que diferem dos alunos mais velhos. “A educação infantil esbarra na formação do professor e na organização de espaços. O professor realmente preparado deve realizar um trabalho voltado ao desenvolvimento da criança, e não apenas adaptar aquilo que é proposto aos estudantes maiores”, diz.
De acordo com Roberta – também organizadora do 2º Fórum Internacional de Educação Infantil, realizado em novembro -, a Educação Infantil deve voltar-se às habilidades cognitivas sem deixar de lado o desenvolvimento afetivo e físico. “É preciso ensinar valores, regras, limites, como se relacionar bem com o outro. Esses pontos não recebem muita atenção das escolas. O físico também é muito importante. Ela deve aprender a cuidar do corpo, se alimentar de maneira saudável, ter uma rotina, se trocar”, exemplifica. Segundo a professora, o desenvolvimento nos primeiros anos de escola – principalmente entre zero e três anos – é essencial para a formação posterior. “As experiências devem ser mais pausadas, para que ela realmente compreenda aquilo que está acontecendo e se desenvolva de acordo com sua faixa etária”, diz.
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil, que contemplam normas de credenciamento e indicadores de qualidade, são responsáveis por regulamentar creche, frequentada de zero a três anos, e pré-escola, que antecede o Ensino Fundamental. Segundo a presidente da Organização Mundial para Educação Pré-Escolar de São Paulo (Omep/SP), Vera Miles, nessas duas etapas, a preocupação está voltada ao desenvolvimento pessoal, estimulando atividades lúdicas, a linguagem artística e oral, além de jogos simbólicos. “É uma fase para brincar. Os alunos são desafiados a resolver conflitos, cooperar e se relacionar”, diz.
De acordo com a professora, a Educação Infantil tem avançado muito em relação a legislação, diretrizes e propostas pedagógicas, que tem o objetivo de garantir um ambiente adequado e seguro. Mesmo assim, garante, um dos maiores problemas está ligado à falta de preparo dos educadores. “Esses professores não sabem trabalhar com a família, com a comunidade, e isso reflete no espaço em que a criança passa a maior parte do tempo”, afirma. A especialista também aponta problemas nos ambientes aos quais os alunos são expostos. “As instituições têm pouco material estimulante, poucos equipamentos adequados e hoje está sujeita a se tornar muito acadêmica. Isso porque os professores não tem uma visão prática das atividades que devem realizar em sala de aula”, sugere.
Mudança na idade mínima gerou polêmica
Recentemente, uma mudança na idade mínima para frequentar o ensino fundamental também gerou polêmica entre especialistas. Anteriormente, a idade para cursar a 1ª série era de sete anos. Com a nova lei, crianças que completam seis anos até 31 de março estão aptas a cursar o 1º ano – que surgiu para servir de ponte entre as duas etapas. “A entrada no Ensino Fundamental aos seis anos preocupa porque os professores não estão preparados para lidar com esses alunos, que requerem uma metodologia diferente. A criança vai para o 1º ano e passa a ficar a maior parte do tempo sentada, seus pezinhos não alcançam o chão. Só que ela deveria estar brincando, já que a vivência deve ser a base desses primeiros anos”, pontua.
A professora Roberta chama a atenção para a adequação do 1º ano de Ensino Fundamental. Segundo ela, é preciso dar continuidade ao trabalho que teve início nos anos anteriores. “Nessa faixa etária, não dá para avançar o conteúdo. É importante que ela continue construindo um raciocínio próprio de sua idade, que tenha, sim, atividades de leitura e escrita, mas que não haja uma antecipação dos conteúdos. Forçar uma evolução fora das possibilidades de sua faixa significaria um retrocesso”, alerta.
Por outro lado, a especialista aponta aspectos positivos na alteração: “A educação infantil não é obrigatória, mas o ensino fundamental é, e essa mudança faz com que todas as crianças ganhem um ano a mais de desenvolvimento.” A nova resolução aponta que, agora, os conteúdos do 2º ano equivalem à 1ª série de antigamente, permitindo que o aluno passe por um ano de adaptação a uma estrutura de ensino diferente daquela a que estava acostumada.
Autor: Terra