quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Intercambio de Experiências em Buenos Aires


  
           Espaços que transformam e se transformam


              Organização Fabiane e Telma  / Agente de viagem – Márcia Rubio    
                                       
                                     01 a 04 de março de 2012
                              
  Fazer uma viagem de estudos significa buscar novos caminhos, estar frente a desafios, constatar, valorizar o que já sabemos, acrescentar, aprender...
 Participar de uma experiência como essa é acreditar que a educação é um processo contínuo, e que necessita de aperfeiçoamentos e reflexões frente às transformações sociais e culturais do mundo em que vivemos. Por esse motivo há 5 anos buscamos novas experiências e conhecimento para assim podermos nos inspirar em práticas educativas bem sucedidas e com isso aprimorar as nossas.
Mais de 150 educadoras já viajaram conosco!
Seja nossa parceira de viagem, participe!

Fabiane Vitiello e Telma Holanda

       
Visita ao Colégio Aletheia

          Programação:
       
        Dia 01 de março – quinta-feira

Guarulhos / Buenos Aires – 17h30
Acomodação em quartos duplos no Hotel Colon

Dia 02 de março – sexta-feira

Jornada da manhã – 9h às 12h30min

Conhecendo ...

  • A  história do Colégio Aletheia em 40 anos de jornada e sua organização

  • Red Solare e o diálogo com as escolas amigas da Red Solare, as relações internacionais e as ações para 2012

·         A proposta educativa de Reggio Emilia e suas contribuições.
·          A relação de Reggio, Aletheia e os espaços que os cercam...
·         Aletheia e seus espaços – O trabalho do colégio em relação aos espaços

Jornada da tarde – 14h30min às 17h30min
Espaços que contam e encantam...
·         Documentações  relacionadas ao espaço - Registros  apresentados por docentes, arquiteta e coordenadores de Aletheia.
Noite – Livre
Uma noite Portenha...
Dia 03 de Março - Sábado
Jornada da manhã – 10h às 14h30min
Intercâmbio com as educadoras argentinas...
·         Relatos da equipe docente e/ou arquiteta sobre a intervenção/ construção dos espaços no colégio.
Explorando espaços... Novas provocações e desafios...
·         Visita aos espaços de Aletheia – Salas e pátios ambientados com o intuito de provocar novas sensações e possibilidades de aprendizagem.
·         Visita ao espaço da Red Solare Argentina
·         Encerramento da jornada de estudos.
Tarde e noite –
 Mi Buenos Aires querido... muitas possibilidades...
Dia 04 de março – Domingo
Manhã e tarde – Livres
Um domingo com sabor argentino...
Noite – Ezeiza/ São Paulo

Pacote Inclui:

·         Passagem Aérea Ida e Volta - Cia Qatar Airways (São Paulo/Buenos Aires/São Paulo)

·         Saída – 29 de Fevereiro – 17h30

·         Retorno - 4 de março - 1h 55min (madrugada de domingo para segunda)

·         3 noites no Hotel Colon em apartamento duplo www.colon-hotel.com.ar

·         Café da manhã

·         Traslados Inclusos - Aeroporto/hotel  -  Hotel/ Colegio Aletheia

·          Seguro Viagem

·         Taxas de embarque nacional e internacional

·         City tour


Investimento:

Valor do Pacote: R$ 1.844,00

Condições de pagamento: taxa de inscrição -  R$ 400,00 – à vista

1ª parcela = R$ 284,40 + 9 parcelas de R$ 130,40 (cartão de crédito ou cheque)

Prazo para inscrição – 9 de Fevereiro de 2012 ou enquanto durarem as vagas. Vagas limitadas


Não está incluso:

  • Taxa de inscrição do Intercâmbio de Estudos – U$ 250,00 –  valor a ser pago em dólar  diretamente no Colégio Aletheia

Para maiores informações:

Informações pedagógicas - (11) 63660230 - Fabiane
                                             (11) 85508821 -  Telma                                               
                                             e-mail : viagenspedagogicas@globomail.com

-
MR  AGENTE DE VIAGENS – Márcia

Fone: (11) 3542-1516 - (11) 7718-6823 – e-mail: m.rubio.29@hotmail.com

Viagem de estudos condicionada a um número mínimo de 15 participantes


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O amigo imaginário vira um macio amigo real.

A artista Wendy Tsao, de Vancouver, no Canadá, cria bonecos a partir de desenhos feitos por crianças. A ideia surgiu há quatro anos, quando seu filho começou a ir à escola. Os professores pediram que ela enviasse um brinquedo preferido que pudesse tranquilizar o guri em momentos de emergência; mas ele não tinha.
Wendy resolveu, então, produzir algo que o filho pudesse reconhecer, projetado por ele próprio. A partir de desenhos do garoto, fez seu primeiro boneco.
Wendy resolveu, então, produzir algo que o filho pudesse reconhecer, projetado por ele próprio. A partir de desenhos do garoto, fez seu primeiro boneco.
A coisa toda virou um lucrativo negócio, no qual os pais enviam fotos de desenhos dos filhotes para que a artista transforme em um brinquedo exclusivo (veja mais exemplos abaixo). Cada peça custa entre cerca de R$ 100 e R$ 225, dependendo da quantidade de detalhes. Segundo o "The Sun", Wendy já tem encomendas até janeiro do ano que vem.



Educação Infantil: desafio é entender as necessidades do aluno


Muito antes de ensinar crianças a ler e escrever, escola e família devem estar preparados para lidar com uma série de outras necessidades que vão garantir que o aluno se desenvolva plenamente durante os anos seguintes. Voltada a crianças de zero a seis anos, a Educação Infantil é uma obrigação do Estado, mas inserir ou não a criança no ambiente escolar durante essa etapa é uma escolha da família. Especialistas afirmam que as diretrizes pedagógicas estão melhorando a qualidade do ensino, mas a área ainda apresenta carências.
Segundo a diretora da Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdiC) da Unicamp, Roberta Borges, a escola precisa prestar atenção às necessidades das crianças nesta etapa, que diferem dos alunos mais velhos. “A educação infantil esbarra na formação do professor e na organização de espaços. O professor realmente preparado deve realizar um trabalho voltado ao desenvolvimento da criança, e não apenas adaptar aquilo que é proposto aos estudantes maiores”, diz.
De acordo com Roberta – também organizadora do 2º Fórum Internacional de Educação Infantil, realizado em novembro -, a Educação Infantil deve voltar-se às habilidades cognitivas sem deixar de lado o desenvolvimento afetivo e físico. “É preciso ensinar valores, regras, limites, como se relacionar bem com o outro. Esses pontos não recebem muita atenção das escolas. O físico também é muito importante. Ela deve aprender a cuidar do corpo, se alimentar de maneira saudável, ter uma rotina, se trocar”, exemplifica. Segundo a professora, o desenvolvimento nos primeiros anos de escola – principalmente entre zero e três anos – é essencial para a formação posterior. “As experiências devem ser mais pausadas, para que ela realmente compreenda aquilo que está acontecendo e se desenvolva de acordo com sua faixa etária”, diz.
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil, que contemplam normas de credenciamento e indicadores de qualidade, são responsáveis por regulamentar creche, frequentada de zero a três anos, e pré-escola, que antecede o Ensino Fundamental. Segundo a presidente da Organização Mundial para Educação Pré-Escolar de São Paulo (Omep/SP), Vera Miles, nessas duas etapas, a preocupação está voltada ao desenvolvimento pessoal, estimulando atividades lúdicas, a linguagem artística e oral, além de jogos simbólicos. “É uma fase para brincar. Os alunos são desafiados a resolver conflitos, cooperar e se relacionar”, diz.
De acordo com a professora, a Educação Infantil tem avançado muito em relação a legislação, diretrizes e propostas pedagógicas, que tem o objetivo de garantir um ambiente adequado e seguro. Mesmo assim, garante, um dos maiores problemas está ligado à falta de preparo dos educadores. “Esses professores não sabem trabalhar com a família, com a comunidade, e isso reflete no espaço em que a criança passa a maior parte do tempo”, afirma. A especialista também aponta problemas nos ambientes aos quais os alunos são expostos. “As instituições têm pouco material estimulante, poucos equipamentos adequados e hoje está sujeita a se tornar muito acadêmica. Isso porque os professores não tem uma visão prática das atividades que devem realizar em sala de aula”, sugere.
Mudança na idade mínima gerou polêmica
Recentemente, uma mudança na idade mínima para frequentar o ensino fundamental também gerou polêmica entre especialistas. Anteriormente, a idade para cursar a 1ª série era de sete anos. Com a nova lei, crianças que completam seis anos até 31 de março estão aptas a cursar o 1º ano – que surgiu para servir de ponte entre as duas etapas. “A entrada no Ensino Fundamental aos seis anos preocupa porque os professores não estão preparados para lidar com esses alunos, que requerem uma metodologia diferente. A criança vai para o 1º ano e passa a ficar a maior parte do tempo sentada, seus pezinhos não alcançam o chão. Só que ela deveria estar brincando, já que a vivência deve ser a base desses primeiros anos”, pontua.
A professora Roberta chama a atenção para a adequação do 1º ano de Ensino Fundamental. Segundo ela, é preciso dar continuidade ao trabalho que teve início nos anos anteriores. “Nessa faixa etária, não dá para avançar o conteúdo. É importante que ela continue construindo um raciocínio próprio de sua idade, que tenha, sim, atividades de leitura e escrita, mas que não haja uma antecipação dos conteúdos. Forçar uma evolução fora das possibilidades de sua faixa significaria um retrocesso”, alerta.
Por outro lado, a especialista aponta aspectos positivos na alteração: “A educação infantil não é obrigatória, mas o ensino fundamental é, e essa mudança faz com que todas as crianças ganhem um ano a mais de desenvolvimento.” A nova resolução aponta que, agora, os conteúdos do 2º ano equivalem à 1ª série de antigamente, permitindo que o aluno passe por um ano de adaptação a uma estrutura de ensino diferente daquela a que estava acostumada.
Autor: Terra

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Deus tem grandes planos para você.




Dez princípios para ajudá-lo a viver como Deus planejou


1) Vigie a sua língua. Diga sempre menos do que pensa e os outros o respeitarão.

2) Seja moderado ao fazer promessas, cumpra-as, e as pessoas confiarão em você.

3) Nunca deixe passar uma oportunidade de dizer uma palavra gentil, e um dia você olhará para trás com alegria e não com arrependimento.

4) Interesse-se genuinamente pelos outros; demonstre isso ouvindo com atenção e expressando sua apreciação.

 5) Seja alegre. Não se prenda às suas dores e males; todas as pessoas têm problemas. Existem pessoas no hospital mais próximo que trocariam de lugar com você alegremente.

6) Tenha a mente aberta e tente analisar todos os fatos. Debata, mas não discuta. Aprenda a discordar sem ser desagradável. Dê às pessoas o benefício da dúvida.

7) Desencoraje a fofoca, ela é destrutiva.

8) Seja sensível aos sentimentos dos outros. Se fizer isso, as pessoas o considerarão sábio.

 9) Não dê atenção aos comentários maliciosos a seu respeito. Viva de modo que ninguém acredite neles.

10) Não se preocupe em ficar com o crédito, apenas continue dando o seu melhor e seja paciente.

Queridas amigas, que vocês possam alcançar tudo o que Deus tem para voces e tornar-se tudo o que ele as criou para serem.

fonte: Blog "A Mulher e seu Criador"



domingo, 27 de novembro de 2011

FORUM UNICAMP


Fórum internacional trata a educação infantil como uma obra de arte

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Prazer da Leitura



Bem Disse Rubem Alves, "Ler é fazer amor com as Palavras".

As ideias de Michel de Montaigne


Humanista, Montaigne defende um certo número de teses sobre as quais sempre retoma em seus Ensaios. Tendo uma vida dividida entre uma carreira jurídica e administrativa (foi prefeito de Bordeaux, França), aproveitava-se dos retiros em seu castelo para se isolar e escrever. O tema: a sabedoria.

Ensaios é sua obra-prima, que floresceu após 20 anos de reflexão. Consiste em um modo de pensar crítico à sociedade do século XVI, embora aborde temas variados. Algumas de suas teses são:
1 – Toda ideia nova é perigosa;
2 – Todos os homens devem ser respeitados (humanismo); e
3 – No domínio da educação, deve-se respeitar a personalidade da criança.

Esta última tese chama atenção, já que para Montaigne deve-se formar um homem honesto e capaz de refletir por si mesmo. Este homem deverá procurar o diálogo com os outros, tendo senso de relatividade sobre todas as coisas. Assim, ele conseguirá se adaptar à sociedade onde deverá viver em harmonia com os outros homens e com o mundo. Ele será um espírito livre e liberto de crenças e superstições.
Segundo Montaigne, os pensamentos e atitudes do homem estão submetidos ao tempo, que pode metamorfoseá-los. Para chegar a esta conclusão, costuma-se ver o pensamento de Montaigne dividido em três etapas evolutivas:
A primeira fase é a do estoicismo, na qual o filósofo adota, sob a influência de seu amigo La Boétie, a pretensão estoica de alcançar a verdade absoluta. Mas seu espírito convive mais com a dúvida, e a experiência estoica certamente marcou, para sempre, a ruptura de Montaigne com qualquer ideia de verdade absoluta.
A segunda fase, como consequência da primeira e também em razão do ambiente em que viveu, numa França dividida pelos conflitos intelectuais entre católicos e protestantes, com muita violência e guerras, Montaigne é seduzido pelos filósofos do ceticismo, da dúvida. Segundo estes, se o homem não sabe nada de si mesmo, como pode saber tanto sobre o mundo e sobre Deus e sua vontade? A dúvida é para Montaigne uma arma contra o fanatismo religioso.
Na terceira e última etapa, já maduro e ao fim de sua vida, Montaigne se interessa mais por si mesmo do que por outros filósofos. Seus últimos escritos, os “Ensaios”, são muito pessoais. Ele se persuadiu de que o único conhecimento digno de valor é aquele que se adquire por si mesmo. Seu ceticismo ativo é uma tentativa de crítica radical dos costumes, dos saberes e das instituições da época. Com isto, a contribuição de Montaigne é fundamental na constituição do pensamento moderno.
Os “Ensaios” tratam de uma enorme variedade de temas: da vaidade, da liberdade de consciência, dos coxos, etc., e por serem ensaios não têm uma unidade aparente. Livremente, o filósofo deixa seu pensamento fluir e ganhar forma no papel, vagando de ideia em ideia, de associação a associação. Não escreve para agradar os leitores, nem escreve de modo técnico ou com vistas à instrução. Ele pretende, ao contrário, escrever para as gerações futuras, a fim de deixar um traço daquilo que ele foi, daquilo que ele pensou em um dado momento. Montaigne adotou o princípio grego “Conhece-te a ti mesmo”. Portanto, segundo ele, a escrita é um meio de chegar a este conhecimento de si.

Por João Francisco P. Cabral
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP